Momentos espiralados, que vem e que vão
Incertos e constantes, contraditórios são
Jogadas improváveis, um mesmo tabuleiro
Isolados os fatos, não são na verdade costumeiros?
Pecados ou bençãos, assumidos ou retificados
O julgamento do tempo não é explicado
Numa terra sem rei, o êxtase rege
Num comando reticente, a alegria perece
Que está a fazer com a espiral que lhe foi dada?
Tendo sorte ou mão boa, ainda resta a cartada.
Se lhe assusta o jogo, porque volta ao cassino?
Sem escapatória digna, o prazer lhe ensino.
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